Badminton comemora a marca de 100 países com núcleos do shuttle time

Poul-Erik Høyer (ao centro) comemora o centésimo núcleo do Shuttle Time / Foto: Divulgação/BWFPoul-Erik Høyer (ao centro) comemora o centésimo núcleo do Shuttle Time / Foto: Divulgação/BWF

Rio de Janeiro - O Shuttle Time, programa da Federação Mundial de Badminton (BWF) para o desenvolvimento da modalidade nas escolas e capacitação de professores de Educação Física no ensino do badminton, alcançou a marca de 100 países com núcleos de ensino. O mais recente a receber o Shuttle Time foi o Panamá. Agora, o programa conta com 17 nações na África, 25 na Ásia, 27 na Europa, oito na Oceania e 23 nas Américas. Assim, está presente em todos os continentes.
 
“Trata-se de uma marca fantástica para a BWF. Estamos muito orgulhosos. Recebemos um grande apoio e o programa provou ser facilmente implementável. É incrível que atingimos 100 implementações”, afirmou o presidente da BWF, o dinamarquês Poul-Erik Høyer.
 
No Brasil, o Shuttle Time foi implementado no Rio de Janeiro em 2014. Até hoje, já foram capacitados 428 professores de Educação Física no Estado. Até o início dos Jogos Olímpicos do Rio, em agosto, a entidade planeja mais dez cursos para formar cerca de 300 profissionais em 2016.
 
Além do Shuttle Time, a BWF começou a implementar este ano um curso mais avançado, o Coach Level 1, voltado para a formação de profissionais aptos a revelar e treinar atletas. Até agora foram capacitados 16 técnicos, sendo um deles com potencial para se tornar tutor, ou seja, ser um instrutor no Coach Level 1.
 
O primeiro núcleo do Shuttle Time foi criado em Tonga, na Oceania, em 2011. De lá para cá, o programa cresceu rapidamente, excedendo a meta inicial da BWF de ter o Shuttle Time em 30 países até o fim de 2015.
 
“O grande sucesso do Shuttle Time é que ele trouxe muitas escolas para o badminton. A estrutura do programa é fácil para os professores de Educação Física aprenderem a ensinar e implementar a modalidade. Temos tido enorme apoio dos governos e dos países membros da BWF”, finalizou Poul-Erik Høyer.
 
Presidente da Associação de Badminton do Panamá, Elvys Villareal declarou que o país tem o prazer de fazer parte da família Shuttle Time e, particularmente, a centésima nação a receber o programa. “É muito especial. Nosso objetivo é fazer o badminton crescer a nível nacional. Por meio de parcerias com escolas e universidades, vamos conseguir atingir essa meta. Agradecemos a BWF e a Federação Pan-Americana de Badminton pelo seu apoio e por olhar para o futuro do badminton no Panamá”, declarou o dirigente.
 

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