Versatilidade das equipes é colocada à prova na Copa Suzuki Jimny

Patrick Gonçalves comemora a vitória no JImny Take Ashauer / Foto: Aline Bassi / BalaioPatrick Gonçalves comemora a vitória no JImny Take Ashauer / Foto: Aline Bassi / Balaio

Ilhabela - As equipes que participaram da abertura da última etapa da Copa Suzuki Jimny de Vela Oceânica mostraram versatilidade nas regatas disputadas neste fim de semana em Ilhabela. 
A organização fez dois tipos de provas: longa de percurso no sábado (24) e curta, entre boias, no domingo (25). O teste de fôlego começou cedo e terminou tarde com Volta a Ilhabela - Sir Peter Blake 2012. Para alguns casos, o percurso de 50 milhas náuticas (92 quilômetros) durou mais de 12 horas. No dia seguinte, as tripulações voltaram a correr no estilo barla-sota, quando a habilidade para fazer as manobras nas boias é determinante. 
 
"Os barcos tem performance e cada vez estão mais equipados e preparados para as regatas. Mas vale destacar o esforço das tripulações. Todas muito bem treinadas e adaptadas às mais diferentes condições de prova. Neste fim de semana, muitos tiveram uma rotina de velejador de longas travessias, ou seja, dormindo tarde, acordando cedo, preparando o veleiro e consultando meteorologia a todo momento. Tudo em busca do resultado", explicou Cuca Sodré, que chefia a Comissão de Regatas da Copa Suzuki Jimny.
 
Com ventos na direção sul e variação de 12 a 14 nós de velocidade, a classe HPE disputou duas regatas no domingo, enquanto as demais fizeram apenas uma. Algumas equipes como TNT Loyal (Marcelo Massa), da classe C30 e que mediu também na ORC, e o HPE Relaxa Next Caixa (Roberto Mangabeira) conseguiram sair invictos do fim de semana. Prêmio para quem administrou os dois tipos de percurso.
 
Na classe RGS, o melhor aproveitamento na subdivisão A foi do Fram (Felipe Aidar) com um segundo e um terceiro lugares. Na B, o Nomad (Mauro Dotori) venceu a do sábado e ficou em terceiro no domingo e na C, o YDPY (Marco Aleixo) teve 100% de aproveitamento. Na Cruiser, o destaque foi o Pirajá (José Rubens Bueno), com dois segundos lugares.
 
O evento, um dos mais fortes tecnicamente da América Latina, definirá os campeões no próximo fim de semana (1 e 2 de dezembro), no Yacht Club de Ilhabela. 
 
Volta a Ilhabela - Com pouco vento na noite deste sábado (24), no litoral norte paulista, os três barcos que se aproximavam da linha de chegada tiveram de buscar alternativas para não ficar boiando, faltando poucas milhas para o final da Volta a Ilhabela - Sir Peter Blake. Melhor para a equipe do Chroma (Gustavo Crescenzo) que completou o percurso de 50 milhas náuticas (92 quilômetros) em 9h11min05. Na sequência dois barcos cruzaram praticamente juntos, 17 minutos depois: o TNT Loyal (Marcelo Massa) garantiu o segundo lugar sobre o Montecristo SER Glass (Julio Cechetto) por apenas 4 segundos. 
 
A prova é uma das mais aguardadas do calendário, unindo estratégia, persistência e belezas naturais das praias de Ilhabela. Homenageia Sir Peter Blake, lendário navegador da Nova Zelândia falecido em 2001 e que esteve presente na primeira edição da prova, em 2000, com seu veleiro Polar Seamaster no Yacht Club de Ilhabela. 
 
Para os veleiros menores (RGS C e ORC 700), a organização fez uma regata de percurso de 15 milhas (28 quilômetros) e, para os HPE, outro percurso de 23 milhas (42 quilômetros) no Canal de São Sebastião.
 
Confraternização - Como de costume, a última etapa da Copa Suzuki Jimny encerra em grande estilo o calendário de eventos top da vela oceânica da América Latina. É um momento especial para confraternização no Yacht Club de Ilhabela depois de uma temporada de regatas equilibradas. A organização convida a todos os participantes do ano para o evento, mesmo que a equipe tenha corrido apenas uma etapa.
 
E, para deixar o ambiente ainda mais divertido, a organização prepara a tradicional canoa de cerveja e refrigerante, além dos quitutes para a turma que velejou no litoral norte paulista. No sábado (1/12) haverá uma banda para divertir a galera.

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