Dupla brasileira do bobsled termina competição em 27º lugar

Objetivo do quarteto brasileiro é chegar entre as 20 equipes que participam da quarta e última bateria / Foto: Geovaine de Oliveira/EXPORTTObjetivo do quarteto brasileiro é chegar entre as 20 equipes que participam da quarta e última bateria / Foto: Geovaine de Oliveira/EXPORTT

Coreia do Sul - Na primeira vez em que o bobsled do Brasil classificou o 2-man, trenó de dois, para os Jogos Olímpicos de Inverno, o país alcançou o 27º lugar em PyeongChang 2018. Após três descidas na pista do Olympic Sliding Centre, o Brasil não se classificou entre os 20 primeiros que disputaram a quarta e última bateria.
 
O foco da equipe brasileira agora é na participação do 4-man, trenó tripulado por quatro atletas, onde o país já tem histórico de participação olímpica.
 
Na única bateria que disputou nesta segunda-feira, dia 19, o 2-man do Brasil completou a pista do Olympic Sliding Centre em 50s35. As duas primeiras descidas da competição foram realizadas no domingo, dia 18. Na primeira, o Brasil marcou 50s14, e na segunda 50s22. O tempo somado das três baterias do Brasil foi 2min30s71, que garantiu a 27ª colocação. 
 
“Eu saio muito contente com a participação do Brasil no 2-man. Conseguimos colocar mais um trenó entre os principais países do mundo, que são os que disputam os Jogos Olímpicos. Quem se classificou para os Jogos é competitivo e tem condições de fazer bons resultados”, afirmou Edson Bindilatti, piloto dos dois trenós do Brasil em PyeongChang. Edson Martins foi o parceiro de Bindilatti na estreia olímpica do 2-man.
 
A estreia brasileira no 4-man foi nos Jogos Olímpicos de Salt Lake 2002, seguindo de Turim 2006. Depois de ficar de fora de Vancouver 2010, o trenó brasileiro reapareceu em Sochi-14. A melhor colocação do Brasil foi a 25ª posição em Turim 2006.  Em PyeongChang, o objetivo do quarteto brasileiro é chegar entre os 20 que participam da quarta bateria. 
 
Edson Bindilatti participou de todas as três edições olímpicas em que o 4-man do Brasil esteve presente. Porém, apenas em Sochi ele assumiu a pilotagem. “Nosso 4-man é mais forte que o 2-man e tem mais chances de chegar à final. Podemos fazer um bom resultado com o 4-man aqui em PyeongChang. Mas, para isso, temos que melhorar algumas coisas. O push e a pilotagem podem ser melhores. Preciso acertar a curva dois também. Quando você erra na curva dois, o trenó perde velocidade na pista toda”, disse Bindilatti.
 
A equipe brasileira de bobsled participará do 4-man, com o time formado por Odirlei Pessoni e Rafael Souza ao lado de Edson Bindilatti e Edson Martins. As provas do quarteto acontecem nos dois últimos dias dos Jogos Olímpicos de PyeongChang, sábado, dia 24, e domingo, 25. “As três descidas do 2-man vão me ajudar muito para o 4-man, já que estou conhecendo melhor a pista e assim tenho chances de errar menos”, disse o piloto e porta-bandeira da delegação brasileira na cerimônia de abertura dos Jogos. 
 
Após as quatro baterias do 2-man, encerradas nesta segunda-feira, a equipe do Canadá ficou com a medalha de ouro, seguida da Alemanha, com a prata, e da Letônia, com o bronze.
 

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