Leandro Cruz assume o cargo de ministro de Esporte

Novo ministro do esporte / Foto: DivulgaçãoNovo ministro do esporte / Foto: Divulgação

São Paulo - O ex-ministro Leonardo Picciani transmitiu o cargo de ministro do Esporte para Leandro Cruz na tarde dessa quarta-feira, dia 11, em cerimônia realizada no auditório do Ministério do Esporte em Brasília.
 
 Além de Cruz e Picciani, o secretário-executivo do ME, Fernando Avelino, e outros três ex-ministros formaram a mesa: Orlando Silva, Aldo Rebelo e George Hilton.
 
"A confiança que nós tivemos de vários parlamentares, do ministro Leonardo Picciani, e acima de tudo, de todo o movimento esportivo e olímpico, nos traz uma grande responsabilidade, que é tocar o esporte e o Ministério do Esporte nos próximos nove meses", afirmou o novo ministro.
 
"Temos que manter o trabalho, sem descuidar do alto rendimento, da Lei de Incentivo ao Esporte e do controle antidopagem. Também é preciso manter o legado olímpico em movimento. Hoje, as arenas estão sempre ocupadas. Mas, além do esporte de alto rendimento, o Parque Olímpico tem de ser ocupado pela inclusão social", afirmou Leandro Cruz.
 
"O Leandro me acompanha na vida pública há muitos anos. Não tenho dúvida da capacidade que ele tem de trabalho e realização. Mas, sobretudo, ele tem a sensibilidade pública, que é fundamental para o homem público num país tão desigual como é o Brasil, de questões sociais tão difíceis. Sensibilidade para entender a vida das pessoas, as dificuldades das pessoas que precisam vencer no seu dia a dia, e buscar aquilo que é preciso para que os brasileiros vivam melhor", discursou Picciani.
 
Aldo Rebelo também elogiou o novo responsável pelas políticas esportivas no país. "Leandro reúne qualidades difíceis de se reunir numa mesma liderança. O talento para a vida pública, a ambição, não no sentido vulgar, mas a ambição no sentido da busca da realização e da construção de coisas importantes. Ele é um homem preparado, capaz para o exercício das mais elevadas atividades da vida pública", disse Rebelo.
 
"Os Jogos Pan-Americanos, em 2007, e, em seguida os Jogos Mundiais Militares, os Jogos Mundiais dos Povos Indígenas, a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos e Paralímpicos nos levaram à condição de excelência na organização de grandes eventos esportivos. Foram grandes desafios. No entanto, o desafio hoje é o legado de tudo isso, que é empreender, Brasil afora, uma política do esporte educacional, em parceria com militares, escolas e universidades", afirmou George Hilton.
 
"A responsabilidade que o ministro Leandro Cruz assume agora é, por um lado, em função do sucesso e do trabalho do ministro Picciani, e, por outro, a afirmação da vitória da política. Não há solução - nem para o esporte - fora da política. Leandro é um político capaz de dialogar, construir, mobilizar e liderar. Desejo muito sucesso. Sei da sua capacidade de liderar a equipe que assume neste momento", falou Orlando Silva.
 
Com o auditório lotado, os rápidos discursos dos cinco foram muito aplaudidos pelos servidores e funcionários do ministério, ministros, deputados, senadores, prefeitos, vereadores, atletas, ex-atletas e representantes das principais entidades esportivas do país.
 
O novo ministro - Antes de assumir a pasta, Leandro Cruz estava, desde 2016, à frente da Secretaria Nacional de Esporte, Educação, Lazer e Inclusão Social (SNELIS), e foi responsável pela criação e desenvolvimento de novas políticas públicas no âmbito do desporto educacional e de participação, bem como pela continuidade de ações e programas já consolidados.
 
Entre 2006 e 2008, foi secretário de Trânsito, Transportes e Serviços Públicos da cidade de Nova Iguaçu (RJ). Em 2009, foi presidente da Companhia Municipal de Limpeza Urbana do município. Também atuou como secretário da Defesa Civil de Nova Iguaçu. Leandro Cruz exerceu ainda a função de assessor especial em órgãos como a Fundação de Apoio à Escola Técnica (FAETEC) e a Secretaria de Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro, além de ter sido assessor-chefe da Secretaria de Segurança Pública do Estado.
 
Também atuou como assessor técnico da Liderança do PMDB na Câmara dos Deputados até 2015, onde trabalhou por sete anos com o deputado federal Leonardo Picciani.
 

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