Tchê e Haniel acreditam que boa atuação fora do país pode ajudar a seleção

Alex Pozzer (Tchê) - Pivô / Foto: Cinara PiccoloAlex Pozzer (Tchê) - Pivô / Foto: Cinara Piccolo

São Paulo - Novo País, novo time, nova língua, novo estilo de jogo. Em 2017, Haniel Langaro e Alex Pozzer, o Tchê, embarcaram no mesmo desafio: deixaram a Espanha, onde já estavam adaptados e atuavam de forma semelhante ao estilo brasileiro, e rumaram para a França, que tem um campeonato mais competitivo, baseado em muita força física.
 
A escolha já começa a mostrar frutos nessa primeira temporada. Os brasileiros foram convocados para a seleção estrangeira que derrotou os jogadores locais, por 39 a 38, no Jogo das Estrelas da Liga Francesa de Handebol, em 3 de fevereiro.
 
O lateral Haniel, de 22 anos e 1,97 m, e o pivô Tchê, de 29 anos e 1,92 m, atuam no USDK Dunkerque Handball, que tem como meta terminar o campeonato entre os cinco melhores para se credenciar para as principais competições europeias. Lá, os jogadores treinam de oito a dez vezes e fazem um jogo por semana.
 
Depois de algumas dificuldades com a língua, resolvidas até com mímicas, os dois já estão adaptados à nova vida na França e acreditam que a experiência deles na Europa será um diferencial também para o jogo da seleção brasileira.
 

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