Volvo Ocean Race tem 'regata clássica' nos mares do sul

Etapa entre a Nova Zelândia e o Brasil chega ao seu sexto dia / Foto: James Blake/Volvo Ocean RaceEtapa entre a Nova Zelândia e o Brasil chega ao seu sexto dia / Foto: James Blake/Volvo Ocean Race

Nova Zelândia - O sexto dia da etapa entre Auckland (Nova Zelândia) e Itajaí (Brasil) exigiu bastante dos sete barcos inscritos na Volvo Ocean Race 2017-18. A regata pelos mares do sul registra ventos fortes e as temperaturas estão em queda livre, principalmente para as equipes que optaram por beirar a zona de exclusão do gelo.
 
Com mais manobras feitas nas últimas 24 horas, os barcos MAPFRE e Dongfeng Race Team assumiram a liderança da etapa, que tem ao todo 7.600 milhas náuticas.
 
A recompensa de colocar todos os atletas no convés para fazer manobras, foram oito ao todo, veio em milhas velejadas. Pior para o team AkzoNobel, da brasileira Martine Grael, que perdeu a liderança da sétima etapa nesta sexta-feira, dia 23, depois de estar na frente por mais de 1.000 milhas náuticas.
 
''O Dongfeng passou pela proa do nosso barco nesta manhã e, infelizmente, o MAPFRE também estava com eles'', disse o integrante do AkzoNobel Nicolai Sehested. ''Ontem à noite eles estavam atrás de nós e agora eles já nos cruzaram, então não é a melhor manhã. No entanto, ainda há mais 15 manhãs para que isso possa mudar''.
 
O MAPFRE também lidera a classificação geral da Volvo Ocean Race com pequena vantagem sobre o chinês Dongfeng, que tem como comandante o francês Charles Caudrelier. 
 
"A noite passada foi bastante complicada, estava ventando e a frente fria entrou", disse o campeão olímpico Xabi Fernández, comandante do MAPFRE. "Acho que nos posicionamos muito bem e agora somos o mais distantes ao sul e a leste da flotilha. É bom estar na frente, mesmo que com todos perto. Vamos ver como isso se desenrola''.
 
Não foi uma tarefa fácil colocar todos os velejadores para fazer manobras de mudança de bordo. As ações são desgastantes fisicamente e demoram em média 30 minutos.
 
Faltam 4.500 milhas náuticas para a chegada em Itajaí (SC). A previsão é que os barcos cheguem entre 4 a 6 de abril ao Brasil. A etapa tem pontuação dobrada e quem contornar o Cabo Horn primeiro ganha um ponto extra.
 

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