Inflamação impede engenheiro de chegar ao cume do Everest

Perto do cume do Everest, o engenheiro paulistano Cid Ferrari foi obrigado a desistir da empreitada há menos de 900 metros de altitude do topo  / Foto: DivulgaçãoPerto do cume do Everest, o engenheiro paulistano Cid Ferrari foi obrigado a desistir da empreitada há menos de 900 metros de altitude do topo / Foto: DivulgaçãoNepal - Perto do cume do Everest, o engenheiro paulistano Cid Ferrari foi obrigado a desistir da empreitada há menos de 900 metros de altitude do topo. Uma grave inflamação nos pés acabou com seus planos e interrompeu a aventura. Após mais de 40 dias nas montanhas ele teve retornar à capital nepalesa de Kathmandu de helicóptero.

 

A enfermidade se iniciou quando Cid retornava para a base dos escaladores que rumam ao cume da montanha, após uma subida aos 8 mil metros de altitude. Essa volta era parte de um ciclo necessário para a aclimatação antes de iniciar o trajeto final ao cume.

Na base, dias atrás, o engenheiro passou por avaliação médica e, mesmo com a necessidade de ingestão de anti-inflamatórios, continuou os preparos para a ida ao ponto mais alto do Everest. Na tentativa, ele se esforçou para chegar à segunda parada de repouso, a mais de 6 mil metros de altura, porém a forte dor não deu condições de continuar. Cid passou por uma nova avaliação física e foi verificado que havia necessidade de retorno imediato.

O contratempo, que encerrou o sonho de alcançar o topo do Everest, este ano, não desanimou o escalador que tentará conquistar o monte em outra temporada. “A experiência foi fantástica. Tenho absoluta certeza que voltarei!”, ressalta Cid Ferrari. Além de ter conhecido uma das montanhas mais perigosas do mundo, ele viveu bons momentos em encontros com amigos e viu de cima o incrível Nepal.

Cid Ferrari faz parte da expedição Orgulho Brasileiro que pretendia vencer o Monte Everest, na Cordilheira do Himalaia entre o Nepal e o Tibete. A aventura é a sexta do seu projeto “Sete Cumes”, que desafia as montanhas mais altas de cada continente do mundo, e explorou o lado nepalês do Monte. Cid já tem a experiência de ter passado pelo Kilimanjaro (África), Elbrus (Europa), McKinley (América do Norte), Vinson (Antártica) e Aconcágua (América do Sul). Em todas as anteriores, as tentativas foram feitas em apenas uma vez. No Everest, as condições são bastante adversas, as temperaturas chegam a menos que 50 graus centigrados negativos e ventos de 60 km por hora.

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