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Francis Obikwelu: “Não tomei nada de dopagem”

O jornal El País revelou essa semana que o nigeriano, naturalizado português, Francis Obikwelu poderia estar associado a Operação Galgo / Foto: DivulgaçãoLisboa - Francis Obikwelu negou nesta quinta-feira, dia 30 de dezembro, qualquer envolvimento em casos de doping, depois que o seu nome foi associado à “Operação Galgo”, mega-investigação sobre tráfico e uso de doping, por atletas renomados, que é feita pela polícia espanhola.

“Estou muito surpreendido. Estava na Internet quando vi as notícias sobre isso e fiquei muito surpreso, porque eu nunca na minha vida fiz uma coisa dessas. Não sei porque estão divulgando essas notícias sobre mim”, disse Obikwelu, em declarações a SIC Notícias, de Portugal.

O velocista português, de origem nigeriana, negou também ter recorrido a substâncias dopantes: “Acho que não há nenhum atleta no mundo que tenha feito tantos controles na vida como eu. Morei por cinco anos na Espanha e às vezes cheguei a fazer exames duas vezes por dia, um pela  manhã e outro a tarde. Por isso é uma grande surpresa para mim ter meu nome envolvido nessas denúncias, porque eu não tomei nada.”

Segundo o jornal espanhol “El País”, a polícia interceptou um telefonema de María José Martínez, treinadora de Obikwelu, para o marido, Manuel Pascua, um dos detidos durante a investigação. Martínez teria dito ao marido: "Francis ligou amedrontado porque vai ser submetido a exame anti-doping hoje”.

Questionado sobre este telefonema, Francis Obikwelu argumentou que é “normal” falar com a treinadora por telefone, mas negou qualquer relação com uma rede de “doping”: “Nunca tive problemas com ninguém e nunca me ofereceram essas coisas.”

Obikwelu alegou ainda não saber como o seu apareceu associado a esse caso, defendendo que só foi treinado por María José Martínez e nunca pelo marido: “O Pascua é treinador de meio fundo.” Nas declarações à SIC Notícias, o velocista negou ainda que este caso possa afetar a sua carreira.

“Sigo a minha a vida, vou continuar fazendo o que gosto, que é treinar. Não vou me preocupar com isso, porque estou limpo. Vou continuar a treinar. Sempre lutei e vou continuar treinando. Esta situação é para rir. Podem dizer o que quiserem, mas nunca na minha vida tive um resultado de deping positivo. Foram sempre negativos”, conclui o atleta, que foi vice-campeão olímpico dos 100m em Atenas 2004.

 

 

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