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Usain Bolt quer conhecer Neymar

 Acostumado com os holofotes, o atleta jamaicano sorriu, brincou, recebeu presentes, falou sobre futebol, mostrou desejo em conhecer o Neymar/ Foto:  Thiago Diz/Mano a Mano

Rio de Janeiro - O Desafio Mano a Mano, que promove a primeira competição de Usain Bolt, maior ícone olímpico da atualidade, no Brasil, foi aberto com uma coletiva de imprensa que reuniu mais de uma centena de jornalistas. Acostumado com os holofotes, o atleta jamaicano sorriu, brincou, recebeu presentes, falou sobre futebol, mostrou desejo em conhecer o Neymar...
 
"Esta é a minha primeira prova de velocidade na temporada e também a primeira vez que vou competir em uma praia. Estou tranquilo e confiante em um bom desempenho", disse o homem mais rápido do mundo sobre a tentativa de superar a melhor marca da história nos 150m, que também lhe pertence.
 
Bolt tentará quebrar a barreira dos 14.35s no próximo domingo, dia 31 de março, em arena montada na Praia de Copacabana. O equatoriano Alex Quiñónez, o antiguano Daniel Bailey e um brasileiro que saíra de uma triagem no sábado, dia 30 de março, serão os adversários do jamaicano na competição.
 
Estrelas Mundiais - Adversário do brasileiro Alan Fonteles no Desafio Mano a Mano Paralímpico, o norte-americano Jerome Singleton, que já competiu no Rio de Janeiro, nos Jogos Parapan-Americanos de 2007, comentou sobre sua relação com o país e seu rival de domingo: "Amo o esporte e amo o Brasil, que me traz boas lembranças. Estive nos Jogos de Pequim e de Londres e estou muito ansioso para estar no Rio de Janeiro, em 2016", disse o atual Campeão Mundial dos 100 metros. "Tenho uma história de competição com o Alan Fonteles e será divertido enfrentá-lo na Praia de Copacabana".
 
Único homem a correr 100 metros em menos de 10 segundos em solo brasileiro - o fez no GP Brasil de 2009 - Daniel Bailey, de Antígua e Barbuda, destacou a oportunidade de participar de um evento de grande porte: "Será uma grande experiência, e estou muito animado para correr na Praia de Copacabana".
 
Alex Quiñonez, que nos Jogos de Londres, em 2012 colocou fim à ausência de sul-americanos em finais olímpicas de 100 e 200 metros que já durava desde 2000, disse viver um momento inesquecível: "Me sinto muito orgulhoso de estar aqui. É um sonho correr na praia, com tantas pessoas assistindo, ao lado do Usain Bolt".
 
Orgulho - Duda Magalhães, diretor-geral da Dream Factory, uma das organizadoras do evento, comentou sobre a magnitude do Mano a Mano e sua alegria em ver um sonho de quase dois anos estar se realizando: "Estou muito feliz em organizar um evento de tamanha grandeza. É um privilégio, mas também uma grande responsabilidade".
 
Já Bernardo Fonseca, diretor-geral da X3M Sports, também organizadora do Mano a Mano, contou alguns detalhes do audacioso projeto: "A organização do evento foi baseada em três pilares: tirar o esporte de seu habitat natural, trazer ídolos que transcendem a modalidade que disputam e democratizar o acesso aos grandes eventos esportivos".
 
Presente como representante do governo, o Secretário de Esporte e Lazer do Estado do Rio de Janeiro, André Lazaroni, foi só elogios e destacou a relevância da iniciativa: "Estamos felizes em ver a confiança da comunidade internacional do esporte no Rio de Janeiro. O esporte é um fator de integração social e o estado precisa investir sempre no seu crescimento".
 

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