Religiosa, ciclista Raiza Goulão exibe devoção até na meia

Detalhe da meia de Raiza Goulão / Foto: Esporte AlternativoDetalhe da meia de Raiza Goulão / Foto: Esporte Alternativo

Rio de Janeiro - Logo que chega para ser entrevistada, Raiza Goulão não consegue passar desapercebida. Quem olha desatento percebe algum sinal de devoção na vestimenta da atleta. Um pouco mais de atenção e é possível contar: 1, 2, 3, 4... São inúmeros os objetos que a ciclista brasileira usa por superstição ou fé. 

"Eu sou bem religiosa. Primeiramente, todos os dias, o meu ritual é rezar meu terço, pedir a Deus que eu não caia, não me machuque e não quebre minha bike. E que o resto seja diversão. O resultado é consequência", conta. 

Ao ser perguntada sobre a meia, com uma imagem de Nossa Senhora, Raiza logo se empolga em mostrar os outros objetos: um brinco em forma de cruz, dois terços, uma medalha. Tem até uma tatuagem com a frase "Anda com fé eu vou", em refência à canção de Gilberto GIl. 

Brinco em formato de cruz é outro símbolo religioso que a brasileira carrega consigo / Foto: Esporte AlternativoBrinco em formato de cruz é outro símbolo religioso que a brasileira carrega consigo / Foto: Esporte Alternativo

"Eu sempre sou muito supersticiosa , eu ando com o terço na bike, uma medalha dentro do peito que minha mãe me deu e um terço que meu pai deu", enumera, mostrando um por um dos símbolos de fé. 

Talvez a fé a superstição ajudaram Raiza, que foi a brasileira mais bem colocada no evento teste de mountain bike deste domingo, disputado em Deodoro, no Parque Radical que receberá as Olimpíadas de 2016. Ela terminou na 11ª colocação, feliz por estar entre as melhores do mundo. "Eu só tenho a agradecer", destaca.

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