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Brasil no dojan

Diogo Silva e Natália Falavigna sonham com campanha histórica do taekwondo brasileiro em Londres 2012/ Foto: Alaor Filho/AGIF/COB

Londres- A partir desta quarta-feira, 8 de agosto, começam as disputas do Taekwondo nos Jogos Olímpicos Londres 2012. O Brasil chega a sua quarta participação olímpica sonhando com uma campanha histórica. Os dois representantes da equipe verde-amarela são Diogo Silva, na categoria -68kg, que luta nesta quinta-feira, 9 de agosto, e Natália Falavigna, medalha de bronze nos Jogos Pequim 2008, que entra no dojan no sábado. Diogo terá como adversário na estreia o atleta Dmitriy Kim, do Uzbequistão, enquanto Natália enfrentará a coreana In Jong Lee.
 
Nos últimos quatro anos, o paulista Diogo Silva, de 30 anos, ganhou dois títulos mundiais, um universitário e um militar. E garantiu a vaga para Londres 2012 com o terceiro lugar no Torneio Pré-Olímpico, em julho de 2011. Em sua segunda participação nos Jogos, Diogo garante que chega a Londres no auge de sua forma.
 
“Em Atenas 2004 eu tinha apenas 22 anos, não tinha muita bagagem internacional. Nesse último ciclo olímpico consegui atingir meu plano que era ficar entre os melhores do mundo. Praticamente todos os atletas que estão em Londres também participaram dessas competições. Então estou aqui confiante  com a preparação que fiz. Como me classifiquei com antecedência, tive um período longo para alinhar meu corpo. Com certeza, é a competição para a qual me preparei melhor”, analisa o lutador.
 
Em 2012, o treinamento foi dividido em quatro blocos. Em cada etapa um objetivo a ser cumprido e em todas elas os resultados desejados foram alcançados. Segundo Diogo, o treinamento foi muito puxado, mas sempre respeitando cada bloco desse processo.
 
“Vim para os Jogos com uma cabeça totalmente diferente. Aqui não dá para pensar em escolher adversários. Não dá para comemorar se você pega uma chave boa ou não. Todos os competidores que estão nos Jogos têm potencial para conquistar uma medalha olímpica. Vou entrar para fazer a primeira luta como se fosse a final. Meu foco vai sempre ser a primeira luta e me concentrar como se o adversário fosse o mais difícil possível”, afirma.
 
Em sua terceira participação olímpica - foi quarta colocada em Atenas 2004 e bronze em Pequim 2008 –, a paranaense Natália Falavigna está na sua melhor condição física e técnica para a competição. Para isso contou com uma equipe dedicada e que viveu cada dia o mesmo objetivo.
 
“Agradeço a Deus por mais esta oportunidade. Posso garantir que chego mais madura, confiante e 100% preparada. Minha paixão é trabalhar e o meu destino é estar aqui. Trabalhei muito para voltar a treinar. Me dediquei bastante e a minha equipe de trabalho também se dedicou muito para tornar esse momento uma realidade”, afirma a primeira atleta brasileira a conquistar uma medalha olímpica na modalidade.
 
Para garantir a vaga em Londres, Natalia conquistou o primeiro lugar no Torneio Pré-Olímpico do México, disputado em dezembro do ano passado. Sobre suas chances na competição, a atleta prefere não fazer qualquer tipo de prognóstico. Ela sabe que terá pela frente as melhores do mundo.
 
“O maior adversário do atleta é ele mesmo. É sempre assim. A maior pressão é ele quem coloca. O maior medo é o que ele cria. A maior expectativa é a que ele produz. Mas estou muito tranquila porque sei que estou muito melhor do que há quatro anos, em Pequim”, assegura.  
 
É a quarta vez que o Taekwondo brasileiro participa dos Jogos Olímpicos. A primeira foi em Sydney 2000, com Carmen Carolina. Em Atenas 2004 o Brasil teve três representantes: Natália Falavigna, Marcel Wenceslau e Diogo Silva. Em Pequim 2008 a equipe do Brasil era formada por Natália Falavigna, Débora Nunes e Márcio Wenceslau.

 

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