Anne Marcelle garante o 26º lugar no individual na abertura do tiro com arco

Por equipes, o Brasil ficou em 11º lugar e enfrentará a Itália, sexta colocada / Foto: Alexandre Bittencourt/COBPor equipes, o Brasil ficou em 11º lugar e enfrentará a Itália, sexta colocada / Foto: Alexandre Bittencourt/COB

Rio de Janeiro - Acostumada com a Marquês de Sapucaí, a arqueira Anne Marcelle não deixou o samba atravessar na prova classificatória do tiro com arco feminino, disputada na tarde desta sexta-feira, dia 5, no Sambódromo.
 
Com 637 pontos, ela ficou na 26ª posição no individual e na próxima terça (09/08) enfrentará a japonesa Saori Nagamine – 39ª colocada, com 621 pontos – já na segunda fase do torneio dos Jogos Rio 2016. As coreanas Misun Choi (669), Hyejin (666) e Bobae Ki (663) ficaram, respectivamente, com as três primeiras posições. Ao todo, 64 arqueiras de 12 países disputaram a fase classificatória do torneio de tiro com arco feminino.
 
Por equipes, o Brasil somou 1.845 pontos e neste domingo, dia 7, enfrentará a Itália (1911), que terminou na sexta colocação geral. Sarah Nikitin (609) e Marina Canetta (599), demais arqueiras brasileiras na prova classificatória desta sexta, ficaram em 50º e 54º lugares, respectivamente. Passista mirim do Salgueiro, Anne Marcelle confessou que para driblar o nervosismo pela estreia em Olimpíadas trocou o samba enredo pelas velhas cantigas de roda.
 
“Achei que iria ficar muito nervosa por ser a primeira Olimpíada, mas quando cheguei aqui usei uma tática de cantar as cantigas de roda da infância, tipo aquela do pirulito que bate-bate, e deu certo. Meu nervosismo foi embora e só foquei na prova”, confessou a arqueira.
 
Anne lembrou que no início das 12 rodadas chegou a ficar em sexto lugar, mas acabou sendo prejudicada pelo vento no decorrer da competição. “No arco e flecha, o vento é seu pior inimigo. Hoje ele estava oscilando muito e só fiz uma boa pontuação porque soube usá-lo a meu favor”, frisou Anne Marcelle, que disse conhecer o Sambódromo de “olhos fechados”.
 
Sobre o confronto com a Itália por equipes no domingo, ela disse que pretende aumentar a pontuação (637) e acredita num duelo equilibrado: “Temos que fé que passaremos pela Itália e porque não sonhar com uma medalha”, indagou Anne Marcelle.
 
Já Sarah Nikitin admitiu que a ansiedade acabou lhe custando uma melhor colocação na prova classificatória individual do tiro com arco feminino. “Passada a estreia a tendência é ficar mais calma. A prova por equipes do domingo é mais dinâmica e acho que tenho condições de melhorar minha pontuação e ajudar a equipe brasileira contra a Itália”, argumentou Sarah.     
 

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