Está aberta a votação para o Atleta da Torcida do Prêmio Brasil Olímpico 2019

Está aberta a votação para o Atleta da Torcida do Prêmio Brasil Olímpico 2019 / Foto: DivulgaçãoEstá aberta a votação para o Atleta da Torcida do Prêmio Brasil Olímpico 2019 / Foto: Divulgação

Rio de Janeiro - O público já pode escolher o "Atleta da Torcida" do Prêmio Brasil Olímpico (PBO) 2019. A votação foi aberta neste domingo, dia 10, e irá até o próximo dia 10 de dezembro, momentos antes do final da cerimônia do PBO, que será realizado na Cidade das Artes, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. 
 
A festa organizada pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB) premiará também os 'Melhores Atletas do Ano', entre outros troféus. Em 2018, o Atleta da Torcida foi Henrique Avancini do ciclismo mountain bike, campeão mundial da prova de maratona e 4º colocado no campeonato mundial de Cross-Country (XCO), a modalidade olímpica do esporte. A votação que apontará o Atleta da Torcida será realizada através do site pbo.cob.org.br.
 
Para concorrer ao "Atleta da Torcida", o COB selecionou dez atletas que se destacaram durante a temporada de 2019. Concorrem ao prêmio Ana Marcela Cunha (maratonas aquáticas), Ana Sátila (canoagem slalom), Bruno Rezende (vôlei), Flávia Saraiva (ginástica Artística), Hugo Calderano (tênis de mesa), Ítalo Ferreira (surfe), Mayra Aguiar (judô), Nathalie Moelhausen (esgrima), Paulo André (atletismo) e Pedro Barros (skate). Confira ao final do texto o perfil dos concorrentes.
 
Outras premiações - Além do Atleta da Torcida, a cerimônia do Prêmio Brasil Olímpico 2019 terá outras premiações. Concorrem ao troféu de Melhor Atleta do Ano: Ana Marcela Cunha (maratona aquática), Beatriz Ferreira (boxe) e Nathalie Moellhausen (esgrima), no feminino; e Arthur Nory (ginástica), Gabriel Medina (surfe) e Isaquias Queiroz (canoagem velocidade), no masculino. A escolha dos melhores atletas em cada modalidade, assim como os dois atletas que receberão o Troféu Melhor Atleta do Ano, foi realizada por um por um colégio eleitoral formado por jornalistas, dirigentes, Comissão de Atletas do COB, ex-atletas e personalidades do esporte.
 
Na 21ª edição, o Prêmio Brasil Olímpico ainda vai premiar outras categorias: Melhor Técnico Individual e Coletivo; Troféu Adhemar Ferreira da Silva; e Melhores Atletas nos Jogos Escolares da Juventude.
 
Além das premiações aos melhores de 2019, o Prêmio Brasil Olímpico deste ano homenageará mais seis ídolos do esporte nacional com a inclusão de seus nomes no Hall da Fama do COB: Joaquim Cruz, campeão olímpico dos 800m em Los Angeles 1984 e prata em Seul 1988; Magic Paula, campeã mundial de basquete em 1994 e prata nos Jogos Olímpicos Atlanta 1996; e os já falecidos Guilherme Paraense, atirador, primeiro campeão olímpico do país na história dos Jogos Olímpicos, em Antuérpia 1920; João do Pulo, bronze olímpico no salto triplo em Montreal 1976 e Moscou 1980; Maria Lenk, nadadora, primeira mulher sul-americana a disputar os Jogos Olímpicos, em Los Angeles 1932; e Sylvio Magalhães Padilha, primeiro sul-americano a disputar uma final olímpica no atletismo, nos 400m com barreiras, em Berlim 1936.
 
Idealizado em 2018, o Hall da Fama do COB pretende eternizar os atletas e treinadores que ajudaram a construir a história olímpica do país, promovendo o Olimpismo e inspirando novas gerações.
 
Concorrem ao troféu Atleta da Torcida:
 
Ana Marcela Cunha (maratonas aquáticas) - Em 2019, Ana Marcela Cunha conquistou 10 títulos internacionais. No Circuito Mundial de Maratonas Aquáticas, acabou com o vice-campeonato mesmo vencendo as etapas de Doha (Catar), Setúbal (Portugal), Balatonfüred (Hungria), Ohrid (Macedônia), Nanton (Taiwan). A baiana ainda conquistou os 5km da 1ª edição dos Jogos Mundiais de Praia e do Mundial de Desportos Aquáticos; os 10km dos Jogos Pan-americanos de Lima e dos Jogos Mundiais Militares e os 25km também no Mundial. Ana Marcela conseguiu a classificação para Tóquio 2020 com o 5º lugar na prova dos 10km do Mundial de Gwangju.
 
Ana Sátila (canoagem slalom) - Ana Sátila, única canoísta brasileira já com vaga garantida nos Jogos Tóquio 2020, foi o grande nome do Brasil no Mundial Sub 23 da Polônia, em julho, ao garantir dois ouros na competição, um na prova olímpica do C1 Feminino e outra no K1 extremo. Feito que a jovem de 23 anos repetiu nos Jogos Pan-americanos de Lima, com dois ouros nas mesmas provas. A mineira de Iturama, criada em Primavera do Leste/MT, ainda conseguiu duas medalhas em etapas da Copa do Mundo, a prata no K1 em Praga (República Tcheca) e o bronze no C1 em Bratislava (Eslováquia).
 
Bruno Rezende (vôlei) - O levantador e capitão da seleção masculina de vôlei foi peça fundamental na conquista do Pré-Olímpico, em Varna (Bulgária), que garantiu o Brasil em Tóquio 2020, e da Copa do Mundo, no Japão, onde a equipe realizou uma campanha irretocável: 11 vitórias em 11 jogos. Além disso, Bruninho se sagrou campeão nacional pelo Civitanova, da Itália.
 
Flávia Saraiva (ginástica Artística) - Com boas apresentações, especialmente na trave e no solo, a ginasta de 20 anos conseguiu o sétimo lugar no individual geral do Campeonato Mundial de Ginástica Artística 2019 e garantiu a classificação para os Jogos Olímpicos Tóquio 2020. Ela ainda passou perto de abocanhar uma medalha no solo com o quarto lugar e ficou em sexto na trave. Nos Jogos Pan-americanos de Lima faturou três bronzes: no individual geral, no solo e por equipes. Foi também quinto lugar na trave.
 
Hugo Calderano (tênis de mesa) - O mesatenista cumpriu seu principal objetivo na temporada: a conquista da vaga olímpica para Tóquio 2020, após se sagrar bicampeão individual dos Jogos Pan-americanos, em Lima. Meses depois, novamente na capital peruana, foi a vez de ajudar a equipe brasileira se classificar para os Jogos Olímpicos. Além disso, conquistou a medalha de bronze no Aberto da República Tcheca, válido pelo Circuito Mundial. Atual número 6 do mundo, Calderano se manteve como o melhor atleta não asiático do ranking da Federação Internacional de Tênis de Mesa (ITTF).
 
Ítalo Ferreira (surfe) - O surfista potiguar viveu um dos momentos mais especiais da carreira no último mês de setembro ao vencer o Mundial da ISA, em Miyazaki (Japão). Após ter o passaporte furtado, Ítalo ainda precisou disputar a primeira bateria com uma bermuda jeans e uma prancha emprestada. Líder do Circuito Mundial de Surfe (WSL) até a última etapa, em Pipeline (Havaí), Ítalo foi campeão das etapas de Gold Coast (Austrália) e Peniche (Portugal), além de vice em Jeffreys Bay (África do Sul) e Hossegor (França).
 
Mayra Aguiar (judô) - Das nove competições que disputou em 2019, a judoca gaúcha só ficou de fora do pódio em duas. Na principal competição do ano, o Campeonato Mundial do Japão, disputado no mesmo palco dos Jogos Olímpicos, manteve a impressionante regularidade e conquistou o bronze. Foi a sexta medalha dela em Mundiais. Ainda em 2019, Mayra foi campeã dos Jogos Pan-americanos Lima 2019, do Grand Slam de Dusseldorf (Alemanha), do Campeonato Pan-americano e do Grand Prix de Budapeste. E ainda ficou com a prata no Aberto de Oberwart (Áustria) e no Grand Slam de Ecaterimbugo (Rússia).
 
Nathalie Moellhausen (esgrima) - Aos 33 anos, Nathalie Moellhausen entrou para a história da esgrima e do esporte brasileiro ao conquistar o ouro na espada no Campeonato Mundial de Budapeste, na Hungria, numa campanha irretocável com 12 vitórias em 12 combates. Foi a primeira medalha do Brasil em um Mundial da modalidade. Com o título, Nathalie chegou ao quarto lugar no ranking mundial e praticamente garantiu sua vaga nos Jogos Olímpicos de 2020, ainda que a corrida olímpica termine em abril do próximo ano. Nos Jogos Pan-americanos de Lima, conquistou o bronze na espada individual, repetindo o feito de Toronto 2015.
 
Paulo André (atletismo) - Aos 21 anos, o velocista teve a melhor temporada de sua vida, tendo sido campeão mundial de revezamentos, no 4x100m, em Yokohama (Japão); medalhista de ouro (4x100m) e prata (100m) nos Jogos Pan-americanos Lima 2019; campeão dos 100m e dos 200m na Universíade, em Nápoles (Itália); e ainda conseguiu superar a barreira dos 10 segundos na prova mais rápida do atletismo, apesar do tempo de 9s90 não ter sido homologado como recorde porque o vento em Bragança Paulista (SP) estava acima de 2m/s.
 
Pedro Barros (skate) - O catarinense de 24 anos encerra o ano de 2019 novamente entre os melhores do mundo. Em novembro, aparece como terceiro colocado no ranking olímpico, atrás apenas do americano Heimana Reynolds e do compatriota Luiz Francisco, campeão e vice do Mundial 2019, respectivamente, em que Pedro foi sexto. Em junho, Barros faturou ouro no Dew Tour, competição cinco estrelas na corrida olímpica. O octacampeão mundial ainda conquistou as etapas de Montreal (Canadá) e de São Paulo do Vans Park Series, circuito internacional da modalidade.
 
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