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Thiago André disputa outra final no Mundial de Juvenis

Thiago André, numero 120 / Foto: Wagner Carmo / CBAt

Rio de Janeiro - Depois de terminar em quarto lugar na prova dos 1.500 m, o brasileiro Thiago André classificou-se neste sábado 26 para a final dos 800 m do Campeonato Mundial de Juvenis de Atletismo, que está sendo disputado desde terça-feira 22, no Estádio Hayward Field, na cidade de Eugene, nos Estados Unidos. A final será na noite deste domingo.
 
Para garantir a vaga, o corredor fez outra excelente atuação. Ele terminou em 2º lugar na 3ª e última série classificatória, com o tempo de 1:48.16. "Foi uma prova muito difícil. Quando entrei na pista, sabia que tinha de correr abaixo de 1:49. Achei, sinceramente, que não ia dar", admitiu o corredor. "Corri na terça, na quinta, na sexta e agora. Estou um pouco cansado, mas consegui reagir bem dentro da pista."
 
Thiago, que fez questão de correr esta especialidade, disse que procurou seguir a risca as orientações do técnico Adauto Domingues. "Corri marcando os adversários e nos últimos 100 metros forcei tudo para assegurar a classificação", lembrou. "Estou muito feliz. Disputar duas finais é um sonho."
 
O brasileiro ficou com o 3º melhor tempo na classificação geral, atrás do norte-americano Tre'tez Kinnaird (1:48.04) e do queniano Joshua Masikonde (1:48.09).
 
No salto triplo, Núbia Aparecida Soares terminou em 8º lugar na final. Ela obteve a marca de 13,53 m (3.5) em sua quarta tentativa. "Fiz o possível. Infelizmente, não deu para chegar a uma classificação melhor", lamentou a mineira, 4ª colocada no ano passado no Mundial de Menores da Ucrânia.
 
A medalha de ouro ficou com a francesa Rouguy Diallo, com 14,44 m (3.3), enquanto a de prata foi conquistada pela cubana Liadagmis Povea, com 14,07 m (3.3), e a de bronze pela chinesa Xiaohong Li, com 14,03 m (2.6).
 
Já a equipe brasileira feminina do revezamento 4x100 m não completou a prova. Houve erro de passagem de bastão de Letícia Cherpe de Souza para Vitória Cristina Rosa. Mirna Marques da Silva e Tamiris de Liz nem chegaram a correr. "É muito triste ver que a gente tinha uma boa chance de medalha e não conseguir alcança-la", comentou Tamiris. "Infelizmente o revezamento sempre está sujeito a acidente", completou Mirna.
 
Os Estados Unidos conquistaram a medalha de ouro, com 43.46, seguidos de Jamaica, com 43.97, e de Alemanha, com 44.65.
 
Neste domingo, Mateus Daniel Adão de Sá disputa, a partir das 19:05 de Brasília, a final do salto triplo.

 

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